Só pra dizer que lamento ter escrito 'raíz' com acéinto ontem, mas tô sem saco de entrar pra corrigir.
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Enquanto eu não tomar um banho de pato como gosto, meu humor não melhora.
Melhor eu ficar quieta.
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Esse texto aqui que estou traduzindo sobre a história da pesquisa entomológica no Brasil é maravilhoso, mas cada vez que passa um mosquito por mim entro em pânico.
Vocês não imaginam a quantidade de moléstias que esses pentelhinhos miudinhos podem transmitir.
Além, é claro, do zzzzzzziiiiiiinnnnnnn.
Uma vez, em Búzios, eu fiz, desesperada por não ter dormido à noite por causa de um único pernilongo.
De manhã, o bicho estava grudado na parede, gordo feito um porco, com meio litro de sangue meu lá.
E eu parecia que estava com catapora.
Prendi o infeliz num copo.
Ele nem se mexia, mas estava vivo, sim.
Tirei um cantinho da mão de cima do copo e passei um bom tempo com a boca encostada ali só fazendo zzzzzzziiiiiiiinnnnnn nos ouvidos dele.
Vingança.
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É um espetáculo ouvir as entrevistas das otoridades sobre o apagão.
Desde o ministro até o peão.
Cada um contando a mesma ladainha com tintas diferentes.
E eu cantei essa pedra aqui em casa na hora do apagão:
- Vocês vão ver. Amanhã vão dizer que caiu um raio num torrinha lá em São José do Curralinho a 800 km de Santa Madalena dos Ganchos Altos, perto da fronteira com Cabraiola do Sul.
Fotos.
Eu quero fotos do lugar, do estrago.
Nunca mostram.
Aquela montagem da primeira página do jornal é ridícula.
E ainda bem que não tivemos estragos aqui.
Porque aparelho queimado + banho adiado é uma combinação explosiva para o meu humor.
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1 comentários:
Estava sem água aqui tambem. Um saco.
Beijocas,
Marcia
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